A edição de Outubro da XXL trás duas capas ocupadas pela mesma banca. Se movendo pelo sucesso de seu álbum, Self Made Vol 1, Rick Ross e a Maybach Music Group – Wale, Meek Mill e Pill – ilustram a frente dupla da revista: A parte solo de Rick Ross, e a business acompanhado de seus artistas.
Ross e seu novo time de jovens Mcs estão focados em dominar o jogo do Rap no próximo ano. Rick Ross está trabalhando duro em seu 5º album solo, God Forgives I’ Don’t, programado para sair no final do ano pela Def Jam.
“Estou aproveitando meus últimos momentos como numero 2″ disse Ross. “É como se eu estivesse assistindo o numero 1 no palco, com minhas pernas cruzadas, fumando muito, dando tchau para as mina na platéia. E esse álbum vai dar certo. Eu tenho a fórmula.”
Qual é a equação do Boss? De acordo com sua descrição, é nada mais que a inspiração vinda do R&B.
“Quando eu faço música, eu volto as minhas noites solitárias, ouvindo a Curtis Mayfield ou ’12 Play’ do R. Kelly,” disse ele. “Há certas profundidades que a música pode te levar. Há certos sentimentos que você precisa ter. Quando você chega na última música do álbum, eu quero que você tenha a sensação de ser parte de um todo. Eu quero dar a esses filhos da puta músicas clássicas. Isso significa para mim mais que tudo.”
Recrutando muitos dos nomes mais promissores do Hip-Hop, os novatos não tiram as chances da subida de Ross até o topo. Perguntado sobre o por que ele decidiu buscar e se associar a MCs como Meek, Wale, Pill e Stalley, Rozay disse que era importante ajudar outros artistas a ter a chance de receber o que não foi oferecido a ele no começo.
O novo editor da XXL, Jayson Rodriguez moderou um debate entre as estrelas da MMG, para descobrir qual o papel de cada um na banca, e o que a MMG representa como um time dando a eles uma vantagem sobre a concorrência.
“Eu acho que esse é um diferencial, por que todos tem sua própria base de fãs. Eles tem suas próprias coisas rolando em suas cidades, tem suas próprias representatividades e defendem suas próprias causas” disse Pill. “Então quando todos se juntam, são todas os fãs combinados. É uma benção ser capaz de cantar com vários caras diferentes que possuem a mesma paixão. E é por isso que eles realmente podem encarar o futuro, quando se trata de suas músicas. Acho que isso nos da força e um pouco de longevidade. Um pouco de vantagem também.”
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